Além de arqueologia, eu também amo o espaço (que também passa no Discovery Channel, hahaha). O link abaixo é para as cinco maiores descobertas do Hubble. Lindo de morrer.
http://noticias.terra.com.br/ciencia/galerias/0,,EI238-OI100120,00.html
sexta-feira, 8 de maio de 2009
quarta-feira, 6 de maio de 2009
O que moveria um ser essencialmente noturno (leia-se: que gosta de acordar tarde e dormir tarde) a acordar cedo, no dia do rodízio, com o puta frio que tá fazendo de manhã em SP?
O Discovery Channel!
Explico. Eu amo arqueologia, mas meus contatos concretos com a matéria são limitados às aulas de história da escola e ao Discovery Channel (OK, OK, quanto ao Egito antigo eu fuço em tudo que é lugar).
E estou tendo um semestre muito arqueológico na faculdade. Depois de um trabalho de reconstrução do tronco linguístico Tupi que me fez virar noites em claro, surgiu a oportunidade de participar de um trabalho de reconstrução da variante linguística paulista.
Esta que vos fala está aproveitando seu diploma em Direito para vasculhar depoimentos e testemunhos prestados em processos criminais do arco da velha. E esse foi o motivo dos fatos descritos no primeiro parágrafo: o que me motivou a todo aquele esforço sobre-humano foi o meu momento Discovery Channel linguístico.
Além de descobrir uma riqueza de vocabulário interessantíssima (duvido que o sentido que o Houaiss aponta para "cangalha" seja o sentido que um sujeito usou num caso pra xingar uma mulher), estou me sentindo Indiana Jones (um sonho de criança) ao mexer naquela papelada caindo aos pedaços e com cheiro de mofo.
Tudo o que tenho a dizer é: fazer o que a gente ama é diversão! Eu já me sinto privilegiada por trabalhar com livros, os objetos do mundo que eu mais adoro. Fazer arqueologia linguística, então, tem sido um must!
O Discovery Channel!
Explico. Eu amo arqueologia, mas meus contatos concretos com a matéria são limitados às aulas de história da escola e ao Discovery Channel (OK, OK, quanto ao Egito antigo eu fuço em tudo que é lugar).
E estou tendo um semestre muito arqueológico na faculdade. Depois de um trabalho de reconstrução do tronco linguístico Tupi que me fez virar noites em claro, surgiu a oportunidade de participar de um trabalho de reconstrução da variante linguística paulista.
Esta que vos fala está aproveitando seu diploma em Direito para vasculhar depoimentos e testemunhos prestados em processos criminais do arco da velha. E esse foi o motivo dos fatos descritos no primeiro parágrafo: o que me motivou a todo aquele esforço sobre-humano foi o meu momento Discovery Channel linguístico.
Além de descobrir uma riqueza de vocabulário interessantíssima (duvido que o sentido que o Houaiss aponta para "cangalha" seja o sentido que um sujeito usou num caso pra xingar uma mulher), estou me sentindo Indiana Jones (um sonho de criança) ao mexer naquela papelada caindo aos pedaços e com cheiro de mofo.
Tudo o que tenho a dizer é: fazer o que a gente ama é diversão! Eu já me sinto privilegiada por trabalhar com livros, os objetos do mundo que eu mais adoro. Fazer arqueologia linguística, então, tem sido um must!
domingo, 5 de abril de 2009
sexta-feira, 27 de março de 2009
Quase começo este texto com o mesmo assunto da semana passada. Ia mencionar o espetáculo à parte da grosseria das pessoas no show do Radiohead (como eu nunca vi nem em estádio de futebol, e num contraste absurdo com a beleza do que a banda apresentou), entre outras cenas de pura loucura humana semelhantes àquelas de que falei no último post. Mas não quero acabar minha semana assim mal, porque hoje me senti tão produtiva e tão, hã, digamos, encaminhada nas coisas que quero fazer... Não estou mais com vontade.
Por outro lado, penso que o fato de estar sendo atraída para essas situações esquisitas deve ter um motivo. Não acho que seja o de ajudar os envolvidos. Parece que a vida quer me mostrar a minha própria agressividade estampada na cara dos outros.
Pois é, eu sou uma pessoa bastante agressiva, sim, e rodar a baiana é a especialidade da casa. E ver o efeito de uma reação desproporcional nos outros tem me ensinado, mesmo que tudo isso tenha aparecido na minha frente por pura e simples coincidência - mas eu não acredito em coincidências.
Pode parecer estranho, mas o poder está nas mãos de quem tem paciência. Paciência, por outro lado, não se confunde com passividade, mas com um controle tão perfeito da própria personalidade que, ao mesmo tempo em que a pessoa agredida não reage, ela também não se deixa dominar, com atitudes simples que deixam o agressor sem reação. Parece que um tomou a mente do outro! Bom, é quase isso. Um simples olhar irônico pode causar um ataque cardíaco... E, como eu mesma pude provar com minhas próprias atitudes, uma simples "ignorada" coloca os pingos nos is mais facilmente que uma discussão.
Com isso, acabei economizando minha energia, que serviu dar andamento a tudo a que eu tinha me proposto nesta semana. E não era pouca coisa, muito pelo contrário!
Por outro lado, penso que o fato de estar sendo atraída para essas situações esquisitas deve ter um motivo. Não acho que seja o de ajudar os envolvidos. Parece que a vida quer me mostrar a minha própria agressividade estampada na cara dos outros.
Pois é, eu sou uma pessoa bastante agressiva, sim, e rodar a baiana é a especialidade da casa. E ver o efeito de uma reação desproporcional nos outros tem me ensinado, mesmo que tudo isso tenha aparecido na minha frente por pura e simples coincidência - mas eu não acredito em coincidências.
Pode parecer estranho, mas o poder está nas mãos de quem tem paciência. Paciência, por outro lado, não se confunde com passividade, mas com um controle tão perfeito da própria personalidade que, ao mesmo tempo em que a pessoa agredida não reage, ela também não se deixa dominar, com atitudes simples que deixam o agressor sem reação. Parece que um tomou a mente do outro! Bom, é quase isso. Um simples olhar irônico pode causar um ataque cardíaco... E, como eu mesma pude provar com minhas próprias atitudes, uma simples "ignorada" coloca os pingos nos is mais facilmente que uma discussão.
Com isso, acabei economizando minha energia, que serviu dar andamento a tudo a que eu tinha me proposto nesta semana. E não era pouca coisa, muito pelo contrário!
terça-feira, 17 de março de 2009
Acho que pelo menos uma vez no mês eu reclamo que as pessoas estão completamente malucas. Bom, lá vou eu de novo reclamar. Mas NUNCA aconteceu de eu dar de cara, na mesma semana, com duas batidas de carro, um atropelamento e gente mais doida que o normal no trânsito. Aí, pra colocar a cerejinha no topo do doce, hoje choveu em São Paulo o equivalente a metade do mês. Fiquei uma hora e meia parada dentro de um carro com mais três amigos. Até que tive sorte, porque pelo menos eu estava dando risada e protegida da chuva. Mas...
Cara, eu já vi várias vezes a chuva transtornar São Paulo. Mas nunca senti as pessoas desorientadas. Pois é, foi isso mesmo que eu percebi. Ninguém parecia saber direito em que planeta estava. Um sujeito que estava de carona no carro que estava na frente entrou e saiu do véículo três vezes, em plena chuva! E tinha muita gente parada no meio da calçada, sem se proteger ou sair correndo de uma vez.
Entre a conversa com os meus amigos, o que passava pela minha cabeça era: ALGUÉM LIGUE O DESPERTADOR, PELO AMOR DE DEUS!!!!!!!!!!!
Será que é excesso de TV?!?!?! Hahahahaha
Cara, eu já vi várias vezes a chuva transtornar São Paulo. Mas nunca senti as pessoas desorientadas. Pois é, foi isso mesmo que eu percebi. Ninguém parecia saber direito em que planeta estava. Um sujeito que estava de carona no carro que estava na frente entrou e saiu do véículo três vezes, em plena chuva! E tinha muita gente parada no meio da calçada, sem se proteger ou sair correndo de uma vez.
Entre a conversa com os meus amigos, o que passava pela minha cabeça era: ALGUÉM LIGUE O DESPERTADOR, PELO AMOR DE DEUS!!!!!!!!!!!
Será que é excesso de TV?!?!?! Hahahahaha
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
E eu achando que era neuras
Resultado: 23 pontos
Você é uma pessoa mais ou menos organizada. Embora sua vida não esteja de 'pernas para cima', ela também não está totalmente organizada. Aqui ou ali você tem deixado de pôr ordem em algumas coisas. Entretanto, no geral, você pode ser enquadrado(a) como uma pessoa que se esforça para manter as coisas sob controle em termos de organização. Pratique mais, e planeje com antecedência suas atividades, e deste modo alcançará um nível de organização acima da média, ficando no ponto ideal.
Você É Uma Pessoa Organizada?
Oferecimento: InterNey.Net
Você é uma pessoa mais ou menos organizada. Embora sua vida não esteja de 'pernas para cima', ela também não está totalmente organizada. Aqui ou ali você tem deixado de pôr ordem em algumas coisas. Entretanto, no geral, você pode ser enquadrado(a) como uma pessoa que se esforça para manter as coisas sob controle em termos de organização. Pratique mais, e planeje com antecedência suas atividades, e deste modo alcançará um nível de organização acima da média, ficando no ponto ideal.
Você É Uma Pessoa Organizada?
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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
A vida é um eterno desabrochar de competências. Parece papo de linguista, mas lendo a palavra "competência" no sentido amplo, isso é a mais pura verdade!
Hoje passeei com meu carro novo. Há três anos atrás, quando o problema da distância pegou pesado pela primeira vez na minha vida, na época em que entrei na faculdade pela segunda vez, a possibilidade de ter um carro não foi nem cogitada. Não por medo, mas por realmente não achar relevante. Pra resolver o problema, resolvi sair da casa dos meus pais.
Juro que nem de leve passou pela minha cabeça aprender a dirigir de novo! Não via isso como uma forma de facilitar minha vida. Afinal, pra que servem os transportes coletivos (e, na hora do aperto, os táxis)?
Isso até voltar a dirigir (o que devo com todo o coração ao Eduardo). E rodar São Paulo toda de carro. A coisa foi indo, foi indo até chegar ao ponto de eu voltar para a casa dos meus pais, começar a guardar grana (de um jeito mais organizado) para o sonho da casa própria (eu já estava cogitando ir no Silvio Santos, porque não conseguia guardar dinheiro de jeito nenhum) e comprar um carro novo pra ser o meu fiel escudeiro.
Gozado é que isso tudo aconteceu de novo por causa da distância. O Eduardo deixara o carro dele comigo porque o meu quebrava o tempo todo. Só que ele tá em Campinas... E, bem, já viu. Pra facilitar o nosso contato, nada como um carro.
Que coisa. As competências se desenvolvem na porrada (ou, no meu caso, na distância...). As facilidades e o comodismo realmente não levam ninguém pra frente!
Hoje passeei com meu carro novo. Há três anos atrás, quando o problema da distância pegou pesado pela primeira vez na minha vida, na época em que entrei na faculdade pela segunda vez, a possibilidade de ter um carro não foi nem cogitada. Não por medo, mas por realmente não achar relevante. Pra resolver o problema, resolvi sair da casa dos meus pais.
Juro que nem de leve passou pela minha cabeça aprender a dirigir de novo! Não via isso como uma forma de facilitar minha vida. Afinal, pra que servem os transportes coletivos (e, na hora do aperto, os táxis)?
Isso até voltar a dirigir (o que devo com todo o coração ao Eduardo). E rodar São Paulo toda de carro. A coisa foi indo, foi indo até chegar ao ponto de eu voltar para a casa dos meus pais, começar a guardar grana (de um jeito mais organizado) para o sonho da casa própria (eu já estava cogitando ir no Silvio Santos, porque não conseguia guardar dinheiro de jeito nenhum) e comprar um carro novo pra ser o meu fiel escudeiro.
Gozado é que isso tudo aconteceu de novo por causa da distância. O Eduardo deixara o carro dele comigo porque o meu quebrava o tempo todo. Só que ele tá em Campinas... E, bem, já viu. Pra facilitar o nosso contato, nada como um carro.
Que coisa. As competências se desenvolvem na porrada (ou, no meu caso, na distância...). As facilidades e o comodismo realmente não levam ninguém pra frente!
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